| Novas confirmações para o Vagos Open Air 2011 |
| Escrito por Marta Nogueira | ||||
| 03-Fev-2011 | ||||
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"III EDIÇÃO DO FESTIVAL VAGOS OPEN AIR Originários de Estocolmo, os OPETH são um dos nomes incontornáveis da vertente mais progressiva do death metal e, desde que Mikael Åkerfeldt ajudou a criar a banda em 1990 e se transformou na sua força motriz, não mais pararam de ganhar terreno e construíram uma carreira incrivelmente sólida, consistente e invejável – reunindo rasgados elogios por parte do público, da imprensa e da indústria. Com raízes profundas no fértil e efervescente movimento death metal underground sueco, a banda lançou-se ao mundo cinco anos após a sua formação e passou despercebida do grande público com os dois primeiros discos. No entanto, a sequência formada por «My Arms, Your Hearse», «Still Life» e «Blackwater Park» encantou com as suas composições longas e progressivas, incluindo elementos jazz, folk e até blues, numa panóplia de instrumentação e arranjos, vocais e não só, que fogem ao normal no espectro em que se movem. Durante a última década, o colectivo arriscou passar do estúdio para os palcos mundiais e transformou-se num colosso, de que são prova as passagens pelo nosso país e o recente «In Live Concert at the Royal Albert Hall». Apesar de algumas flutuações na formação, têm mantido a personalidade intacta e, pelo caminho, assinaram alguns dos títulos mais elogiados e desafiantes dos últimos dez anos – «Deliverance», «Damnation», «Ghost Reveries» e «Watershed», que entrou directamente para o #1 da tabela de vendas finlandesa, para o #7 na Austrália e subiu ao lugar #23 da Billboard. As gravações para o seu sucessor começaram no final de Janeiro, por isso é provável de se ouça música novo no palco do Vagos Open Air. Com uma carreira mais recente, mas igualmente impactante, os KALMAH são oriundos de Oulu, no norte da Finlândia, e tocam um híbrido de thrash, black e death metal melódico desde que, em 1998, Antti Kokko e companhia começaram a compor os primeiros temas ainda sob a designação Ancestor. No espaço de apenas um ano gravaram cinco maquetas, mudaram de nome e assinaram contrato com a Spikefarm Records – uma subsidiária da Spinefarm, que revelou ao mundo bandas como os Nightwish e Finntroll. A estreia «Swamplord» pôs o pé na porta com garra em 2000 e, não perdendo muito tempo, «They Will Return» levou-os pela primeira vez ao gigantesco palco do Wacken Open Air dois anos depois. Mantendo a rapidez entre lançamentos, gravam «Swampsong» – o terceiro álbum no espaço de três – em 2003 e, depois, silêncio. Com um novo teclista na formação, «The Black Waltz» (de 2006) e «For The Revolution» (de 2008) registaram uma nova injecção de energia marcaram o regresso do grupo às edições, provando que a mudança não tinha afectado em nada a intensidade da sua música. «12 Gauge», de 2010, mostrou que, afinal, a tinha ampliado – apresentando uns KALMAH mais técnicos, ainda com a melodia bem presente, mas com um ataque-duplo de guitarras que recorda os tempos áureos do thrash norte-americano.
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A Prime Artists lançou o seguinte comunicado:

